Django, Python, Rails, Ruby, HTML, CSS, Javascript, ActionScript, Flash, Flex, Linux, CodeIgniter, Kohana, Prototype, General, Matrix, Inovation, Server, Amadis, Project management, Solaris, PHP, Desenvolvimento Web

Ae pessoal,

Durante o dia de hoje resolvi dedicar algumas horas a mais para traduzir uns documentos da documentação do Django. Tive uma feliz surpresa ao descobrir que existem documentos bem pequenos, e que podem ser traduzidos em pouquissímo tempo.

Como no post anterior em mensionei o fato das pessoas não terem tempo para colaborar com o software livre, hoje vejo convidar a todos para nos ajudar a terminar de traduzir a documentação do Django antes da DjandoCon, e ser o primeiro país no mundo a ter documentação 100% traduzida para sua língua.

Considero
este um grande passo para a comunidade do Django, e serviria de imensa
ajuda para que novos desenvolvedores começassem a usar o framework com
mais facilidade, além de favorecer os que já utilizam o framework, ao ter uma documentação mais acessível.
Nós precisamos de ajuda para traduzir, mas se você não acredita no
seu inglês podem nos ajudar revisando o que já está traduzido, para que
sejam terminados e colocados no site DjangoBrasil.
Quem quiser conhecer ou colobrar com o projeto de tradução visite: http://code.google.com/p/django-l10n-portuguese

E se você acreditar consegue colaborar conosco, por favor, entre em contato com os mantenedores do projeto, e solicite uma orientação, ou sugira um documento que desejas traduzir. Isto serve para evitar que mais de uma pessoa traduza um mesmo documento ou trecho de documento ao mesmo tempo.

 

Agradeço a todos que queiram colaborar.

É Django na cabeça!

Ae!

Hoje venho trazer um assunto que considero meio polêmico, mas que certamente passa pela cabeça de muita gente, principalmente programadores iniciantes, e usuários que se empolgam mais com a comunidade de software livre.

Uma preocupação constante das pessoas com quem interajo, dentro dos canais de comunicação, é que não se tem tempo para trabalhar em iniciativas livres. Essa preocupação muito comum, pois o fato é que sendo brasileiro, é incrivelmente complicado encontrar tempo no dia-a-dia para poder contribuir com alguma iniciativa. O motivo disto, é que nós gastamos muito tempo nos locomovendo, almoçando, passando tempo com a família, dormindo(hehehe), e isso tudo acaba nos fazendo acreditar que não temos tempo livre, ou que simplesmente não podemos parar um momento para fazer algo diferente, como contribuir para o desenvolvimento da comunidade.

Certa vez me perguntaram: como eu começo a programar?

Eu prontamente respondi, começando, e de preferência programando. Normalmente recomendo o python, por achar uma língua muito acessível para iniciantes e muito prazerosa e poderosa, com ela é possível fazer praticamente tudo, pequenos programas, jogos, sistemas web, até ambiente desktop(Sugar).
Para um programador iniciante, sempre aconselho criar um projeto simples, mas que seja significativo como objetivo a ser alcançado, pois assim fica muito mais fácil de encontrar o caminho para as soluções, seja lendo a documentação, perguntando ao oráculo(google) ou simplesmente entrando em contato com quem já é experiênte através dos canais de comunicação disponíveis(IRC, fóruns, blogs e listas).

Minha segunda recomendação é encontrar um projeto de software livre que lhe pareça legal, e de preferência com certo nível de importância para você. Quando cito importância, quero dizer cujo objetivo seja semelhante ao que você pretende alcançar em algum momento futuro, por exemplo:

Atualmente, estou colaborando com dois projetos, tradução da documentação do Django para português do Brasil e o Babelwiki ferramenta de tradução online.

Por que participo da tradução do Django?

Porque eu preciso de uma documentação de fácil assimilação. Atualmente eu estou desenvolvendo um sistema de educação a distância conhecido como Amadis. Sou o único programador do projeto, e responsável pela construção da arquitetura, documentação e programação do ambiente.
Para que eu consiga ter novos colaboradores do ambiente, necessito da documentação em português, pois a maioria dos programadores brasileiros, não sabem inglês. Acredito também que para o Django se tornar mais popular no Brasil, a tradução da documentação é uma peça fundamental.

Porquê estou ajudando a construir o Babelwiki?

Estou ajudando porque a ferramenta diminui o estresse ao se fazer traduções, ele segmenta os textos em parágrafros, o que minimiza a visão dos documentos, eles parecem menores por você não traduzir um bloco gigante de texto, somente um pequeno trecho. O projeto foi criado pelo Andrews Medina, e está sendo desenvolvido no Google App Engine. Como eu queria aprender como utilizar o Google App Engine, e considero a ferramenta muito promissora, resolvi unir forças, e contribuir para que ele evolua muito mais rápido.

Moral da história

Quando nos envolvemos com os projetos dos outros, temos que aprender muito para poder contribuir, quando finalmente conseguimos contribuir com algo, muitas vezes estamos conseguindo resolver um problema que persistiria por meses ali, sem ninguém, além de você, dar atenção para ele.
É possível fazer muita coisa com pouco tempo de contribuição. No Brasil é muito difícil fazer contribuições em dinheiro, eu mesmo questiono a veracidade dos Teleton e Criança Esperança, pois o retorno filantrópico no Brasil não é um bom estimulo. Mas o que é difícil de se imaginar que pequenas coisas feitas por muitas pessoas, possam causar um efeito significativo. Por exemplo:

Se dez pessoas doam R$ 5.000 reais ao Teleton, o que vemos é um grande esforço, de cada um, para fazer algo infímo, pois se 50.000 pessoas doarem R$ 2.00, o efeito alcançado é o dobro, e o disprendimento de força de cada indivíduo é infimo.

Com as traduções eu tenho visto que um esforço diário de 1 hora, me resultam em quase 100 linhas de texto traduzidas por dia. O que significa que eu consigo traduzir 700 linhas por semana, 2800 por mês, consequentemente, 1024800 linhas por ano. Considerando que um página tem aproximadamente 52 linhas, eu terei traduzido algo em torno de 20496 páginas em um ano, trabalhando uma hora por dia, com uma média de 2 páginas diárias.

Se não consegue ter idéia de quanto é isso, procure um livro de umas 300 páginas pela sua casa, e imagine que a cada 5 meses eu consigo escrever um livro desses utilizando somente uma hora por dia. E se considerarmos que 5 pessoas façam a mesma coisa? Teriámos o mesmo resultado em 1/5 do tempo ou pelo menos 2000 páginas traduzidas no mesmo tempo, sobre diferentes coisas.

Essa é uma experiência pessoal, e tem dado muito certo. Acredito que não é necessário que todos consigam traduzir 100 linhas por dia, umas 30 já está de bom tamanho. Também não acredito que precisemos resolver aquele bug macabro, mas de repente um erro de interface bobo, um link com a cor errada, uma imagem que não aparece, um botão sem label, são coisas que podem passar despercebidas por quem está focado no core da software, mas para você que usa, faz toda a diferença.
Não se desesperem, faça somente o que for possível, mas faça alguma coisa, depois de uma tempo quando olhares para traz, verás que fez muito por você e pela comunidade.

Até a próxima.

Hoje estava lendo novamente o blog do meu amigo Pedro e resolvi escrever a resposta ao seu post Porque meu software revoluncionário não deslancha?

Hoje o mercado realmente está cheio de soluções revolucionárias, temos a Apple apontando na frente com seus produtos bonitinhos, clarinhos, fininhos e que funcionam bem pra C@#$%@#O, e o Google que tem se mostrado muito bem na criação de APIs e ferramentas online, muito robustas e confiáveis.

Mas uma realidade nesse mundo de ofertas de softwares, é que não se vê muito soluções que não envolvam trabalho de escritório ou desenvolvimento de software. Como disse o Pedro, a maior parte desses softwares revolucionários não são feitos para que pessoas comuns, são feitos para pessoas que trabalham no computador.

Dae eu volto a pensar na questão: Porquê meu software revolucionário não deslancha?

Pensando muito, chego a conclusão de que os motivos que levam a criação de um software, são muitas vezes equivocados, e morrem pelo caminho.

Eu não sei exatamente em qual ano, mas eu gosto sempre de citar a empresa 37Signals, criadora do Rails, ela conta no seu livro, Getting Real, o modo de funcionamento do processo criativo e quais critérios usa na produção de seus softwares e dos softwares de seus clientes.

Mesmo sendo um caso que atende ao público de desenvolvimento de software, é válido como exemplo.

Durante seus vários anos de trabalho com desenvolvimento de software, a empresa foi mudando e percebeu a necessidade de criação de algumas soluções para o seu dia-a-dia, até aí tudo bem.

O ponto é que eles necessitavam de vários tipos de ferramentas, um gerenciador de projetos, um software que fizesse uma ponte entre eles e os seus clientes, entre outras necessidades. Para desenvolve-los resolveram criar uma ferramenta para unificar o trabalho e torná-lo mais rápido e com isso surgiu o Rails. Acredito que isso tenha ocorrido em 2004, são pelo menos 3 anos até o Rails, o Basecamp, o Campfire e todos os outros softwares ganharem fama.

Dae entra a grande pergunta: Porquê eles deslancharam?

Acredito que o motivo seja muito mais simples do que se imagina, eles não foram feitos para resolver o problema dos outros, foram feitos para resolver os problemas da própria empresa, e comparando o trabalho deles com o que existia no mundo, naquela época, era fácil de notar que de fato eram coisas revolucionárias, e dae eles partiram para a divulgação, disponibilizaram o Rails gratuitamente, para que qualquer um pudesse usar para fazer seus softwares de maneira mais confortável e puseram seus softwares de gerenciamento à venda.

Eles não dependiam do Rails ou do Basecamp para ganhar dinheiro, essas eram ferramentas que suportavam o dia-a-dia deles, se fizessem sucesso, mais dinheiro no bolso, senão ainda continuariam com os seus clientes normais.

Eu acredito que sempre que criamos algo a partir de uma necessidade real, ela sempre terá uma maior possibilidade de casar com a necessidade de outras pessoas.

Isso me leva a um segundo ponto: quantos softwares anonimos são criados hoje baseados em necessidades reais?

Então eu lhe digo, muitas pessoas tentam simplesmente juntar o que tem de legal nos outros softwares, e apresentá-los como uma idéia nova, um usuário comum irá seguir os vários softwares para saber qual é o melhor?

Eu acho que não, e o melhor exemplo disso é que o Firefox, que é de longe o melhor navegador que há, fácil de usar é mais seguro, etc. mas o Internet Explorer é o navegador mais utilizado do mundo. Isso se deve é claro ao fato dele vir de brinde no windows. Mas eu paro e me pergunto porquê ele é melhor? E só vejo motivos ligados ao desenvolvimento, quer ver?

O Firefox tem navegação por abas, bookmarks inteligentes(v3.0), barra de busca (google, wikipedia, etc) e os addons. Olhando por esse lado não se vê nenhuma vantagem porque no IE7 já tem essas coisas, porquê então o Firefox é o melhor? Porque é o melhor interpretador de CSS, Javascript e XHTML? Porquê passou no ACID 1,2 e 3? Qual é o usuário final que quer saber disso?  

Os Addons do Firefox  são incríveis, mas a maioria serve para desenvolvedores Web, o mais revolucionário e que realmente parece ser pensado para usuários finais é o Piclens e os de tradução e correção ortográfica, mesmo os RSS não são claros para o povo em geral.
O que quero dizer com tudo isso?

Quero dizer que não adianta ficar tentando ser revolucionário, tem que parar e pensar, e aprender a ver o que está pintando, o que o povo está pedindo, o que sua família e amigos estão dizendo, e não esperar que alguém faça o que você está precisando, de repente é uma oportunidade que vai para outra pessoa. Ambos os casos que citei acima são de muito sucesso, mas se eles não prestassem atenção nesses detalhes não conseguiriam sair do lugar. Não adianta ficar imaginando que o software irá te deixar rico ou famoso, tem que ser realista e fazer com que ele seja bom. Fazendo isso você terá grandes chances de conseguir colaboradores, financiamentos e quem sabe o que mais pode surgir.

 

Acho que está bem melhor, agora, Falow!! 

Ae!

Hoje recebi reclamações de que não estavam conseguindo escrever comentários no meu blog. O fato é que estou sendo devastado por quantidades de spams, a cada 2 horas pelo menos uns 20 novos spams surgem no meu feed de comentários.

Para evitar isso eu havia instalado um anti-spam, mas ele estava na versão alpha e não deixava ninguém postar comentários.

Agora eu instalei o Akismet e acredito que vá melhorar, o ruim é que vou ter q aprovar todos os comentários que entram agora, pois eu havia deixado na aprovação automática, mais para frente eu tento procurar um recurso mais amigável, talvez algo que permita que as pessoas que normalemente comentam tenham o seu comentário aprovado automáticamente.

Quanto ao meu último post, ele foi publicado meio inacabado, vou revisá-lo e melhorá-lo, pois estava meio confuso.

Até a próxima.

Falow!!

Ae!

Essa semana resolvi ageitar algumas coisas no meu notebook, que pelo visto vai ser meu por muito tempo, hehehe. Já que para comprar um Mac ainda está difícil pra mim.

Mas o fato é que eu resolvi utilizar um leitor de RSS, o que é uma coisa engraçada, pois eu muitas vezes recomendei para várias pessoas usarem RSSFeeds para acompanhar os sites que gostam. Depois de vários anos de existência da tecnologia, eu resolvi usar.

Para ler os feeds eu utilizo uma extensão do Firefox chamada Brief. Testei vários addons, mas esse foi o que achei melhor e mais bonito, agradável de usar.

Hoje eu acompanho 13 sites, praticamente todos de Django e Rails, pois são as tecnologias que uso hoje, mas o que me impressiona é a quantidade de informação e conhecimento que vem sendo gerado pela comunidade, coisa que nunca vi a volta de outras tecnologias, como o PHP que utilizo a 5 anos.

Falow!!

Sponsorship

Syndicate

Syndicate content
MWOC 2008 - Licencied by Creative Commons
Original template Seopoint Alek 2.0 made by Brian Gilley, customized by Robson Mendonça.