Ultimamente, apesar da minha situação financeira, eu tenho desejado muito comprar games para PC, e certamente esse é um deles, junto com God Of War, Assassin's Creed e Prototype. Vale a pena dar uma conferida nos vídeos.
Ae!
Escrevo aqui minhas impressões sobre o evento, e comento sobre as coisas que aconteceram por aqui. Não tirei muita foto, achei que tirar fotos de palestras não é divertido, e fotos do pinguim, que não muda de roupa desde o FISL 7.0 também não, hehehe. Mas acho que esse evento serviu para consolidar minha idéia de comunidade de Software Livre, e principalmente para me fazer enxergar oportunidades dentro deste universo dividido entre as grandes empresas e o povo.

Poisé pessoal, pouca gente sabe, mas além de ser um metaleiro macabro e sombrio, que adora carnificina, sou também um fã incondicional do Michael Jackson. Daqueles de passar mal se visse o ídolo na sua frente, e que tem se segurado, e tentado levar com alegria o fim de uma vida perturbada a deprimente de um astro que mudou a história da música.
A primeira lembraça do Michael Jackson que me vem a cabeça, é uma paródia num programa de TV, acredito eu, que o Bozo, com um cenário de um cemitério, e os esqueletinhos dançando a música Thriller. Na época eu tinha 5 anos, e aquele momento ficou cravado em minha mente até hoje, e que me fez ter facínio por figuras de horror, praticamente definiu a minha personalidade, logo tão cedo, assim como ídolo que começou sua carreira também aos 5 anos.
Meu sofrimento pela perda do ídolo não vem somente pelo fato do mundo não ter mais o Michael Jackson, ele nem precisava mais fazer shows, somente o fato de sua existencia em vida era suficiente para qualquer fã real do astro. Mas sim pelo final de vida que teve, atormentado, confinado, viciado, qualquer um na situação dele cederia aos sedativos na esperança de fugir da realidade. Acima de tudo, passou a vida em busca de algo que nunca teria, a sua infância de volta.
As lembranças que levo comigo são todas boas, não acredito que ela tenha cometido qualquer crime contra crianças. Sua música é imortal, atemporal é a mesma desde ABC. Exemplos de uma genialidade sem tamanho serão lembrados para sempre, sua primeira música composta "Ben" retrata o que aquele ser sentia, o que ele realmente queria para si, e o seu último album gravado constata o que ele realmente é "Invencible".
A maior crueldade não é o fato dele ter sido acusado de pedofilia ou seja lá o que for, mas sim o fato do mundo simplesmente não poder aceitar um adulto, genial, mas com sérios problemas de personalidade, viver de maneira diferente, por ter tido uma vida diferente. Ontem mesmo vi um reporter falar: "Michael não teve uma vida tranquila, e nós não ajudamos nem um pouco, na verdade a culpa é realmente nossa". De fato a mídia destruiu a vida do cantor, assim como detonou a luta contra o cancer de Farrah Fawcett, e o seu final de vida também. Confesso que nem sabia quem era ela, mas tanto para ela quanto para o Michael desejava uma morte tranquila, com a sensação de dever comprido, um sentimento de realização.
Como ele, nunca haverá outro, sua música e dança que me cativaram por tanto tempo ficaram guardadas e nunca mais serão vistas, somente em flashbacks nos aniversários de sua morte.
O que dizer mais? O astro se foi, e não há nada que possamos fazer para arrumar o que foi feito. Não acredito em pós-vida, nem nada parecido, pra mim só resta dizer, que o sofrimento acabou para ele, é o fim de uma carreira genial, fantástica, única!! E também o fim de uma vida a muito tempo destruída.
Paz e durma bem Michael Jackson.
Começou! A décima edição do maior evento de Software Livre da América Latina! Estive lá, e tá tudo igual, hehehe. Sacola nova em prol da proteção ambiental, muito menos papel, e um caderno de programação do tamanho de um poster. Não tenho muito a dizer sobre o primeiro dia, mas o pouco que tem já serve.
Bom meus caros, faz tempo que não dou uma postada, o que tenho economizado no blog, tenho gasto no Twitter. Mas o real motivo do afastamento do Blog é financeiro mesmo, essa vida de freelancer é muito mais difícil do que eu imaginava. Mas o motivo do post não é esse, eu venho para falar de Heavy Metal, brasileiro e de extrema qualidade.
Ontem eu fui no show do Angra e Sepultura, depois de muito tempo sem ir ao show de metal, na verdade, desde o meu último show com a minha banda. Mas vamos lá aos achismos dos shows.
Show do Angra
Devo confessar que já não tolero tão facilmente metal melódico, já passei dessa fase, gosto de grosseria mesmo. Mas o fato é que o Angra me cativa, talvez por dois motivos: são brasileiros, e são ótimos músicos. No Brasil é comum a crítica as raízes, quase ninguém é patriota, e isso obviamente se reflete no Heavy Metal, que é originalmente estrangeiro.
Focando mais na apresentação de ontem, já vi vários shows do Angra, e devo dizer que esse show de ontem, se assemelha em muitos pontos, com o primeiro renascimento da banda, após a saída do Andre Matos, Luiz Mariute e Ricardo Confessori. Quando a nova formação entrou em turnê, se via claramente a falta de entrosamento, que foi superada, e na segunda turnê vi a melhor apresentação do Angra em Porto Alegre, o show foi foda mesmo, dei porrada até cair no chão.
Portanto, acredito que a banda ainda esteja se ajustando, o Edu Falaschi estava matando a pau, embora em alguns momentos ele parecia ter esquecido a letra. Mas isso só aconteceu uma única vez, que eu tenha notado. Pra mim a coisa pegou feio mesmo nas cordas, o trio de cordas muitas vezes parecia um pouquinho fora do tempo, o que me fez sacar qual era a música no momento do solo ou quando entrava o vocal. E isso aconteceu em várias músicas, a falta de clareza no som, contribuía para tornar as coisas um pouco confusas, em alguns pontos dava pra ver nas expressões dos artistas, que tava meio embolado.
Mas no geral o show foi muito bom, a galera pirou junto com eles, e o que vale é isso, todo mundo se divertir, e acredito que na próxima vez a banda estará novamente no topo, como sempre esteve.
Show do Sepultura
Pra mim, que gosto de som pesado mesmo, o Sepultura foi a estrela da noite. Eu fui ao show impregnado com um monte de críticas e opiniões saudosistas e idiotas sobre a banda, escritas e gritadas aos quatro ventos, por radios, sites, blogs, mas sempre acreditei na banda, sendo motivo de piadinhas muitas vezes.
Sempre imaginei, principalmente ao ver vídeos no youtube, que uma segunda guitarra era necessário para o Sepultura. Pura besteira, a coisa flui tão naturalmente que você nem nota que não tem a outra, o som é tão alto e todos batem tão forte nos seus instrumentos que seu cérebro é anestesiado por tanta violência. A única vez que eu havia visto o Sepultura, foi como banda de abertura do Metallica em 98 ou 99, o Max recem tinha saído da banda, e estava aquele clima de merda, todo mundo querendo conhecer e malhar o Derik Green. E eu nunca tinha ouvido a banda, então lembro muito pouco do show, nem do Metallica eu lembro, só conhecia o album preto quando fui lá, hehehe.
No entanto, o que vi ontem a noite foi uma das obras mais fodásticas do planeta, os irmãos Cavallera que se virem por lá, porquê eu acho o som do Soufly e Cavallera Conspirancy uma merda sem carisma, o Max é um idiota e do Igor eu não falo nada, o rapaz virou DJ, então dá pra notar que metal não fazia mais parte dele.
Mas a banda está muito bem, puta merda, quase chorei de emoção, cada nota era um soco no estomago, estava tudo pefeito, o Derik matando a pau com os gritos, o Andreas surrando a guitarra, o Paulo esfolando o baixo e o novato Jean Dolabella, bate tão forte o fiadaputa, que me fez passar mal, hehehe. (To falando sério, o cara podia bater mais fraquinho).
Tudo que eu posso dizer, é que o show foi perfeito, o som tava animal, a Casa do Gaúcho é um lugar foda pra esse tipo de evento, palco bonito, galera bonita, agitando pra valer, showzásso mesmo.
Angra & Sepultura
Eu não vou comentar a Jam das duas banda, porque não me agradou muito, mas a galera pulou bastante, e de fato se divertiram com The Number of The Beast (Iron Maiden), Paranoid (Black Sabbath) e Immigrant Song (Led Zeppelin).
Meu comentário sobre o Angra é que eu preferia a nova formação do Angra com o Aquiles Priester, mas acho que quando o Confessori pegar o ritmo essa impressão vai mudar, pois pra mim uma banda é o que se apresenta, quem saiu, já era. Na minha opinião Edu Falachi é muito melhor, e tem muito mais personalidade que o Andre Matos (voz horrenda), e vou aguardar o próximo show para ver a evolução da banda.
Quanto ao Sepultura não tenho o que falar, pirei quando vi o filme e ouvi o cd na sequência, obra fantástica. Quanto aos que ainda pensam nos irmãos Cavallera, só um comentário: Cresçam!! Os caras saíram por que quiseram, e o Sepultura continuou evoluíndo, e se tornou uma banda muito melhor. Um monte de gente diz que o Andreas é um guitarrista ruim, eu digo o contrário, a proposta da banda não é ter mega solos, é barulho, é ser pesada, e isso eles sabem fazer, e nisso o Andreas se garante, e segura sozinho as pontas das novas e das antigas músicas do Sepultura.
Finalizando, apartir de agora vou tentarei marcar presença em todos os shows do Sepultura e do Angra, pra mim são as melhores bandas do Brasil, e devem ser homenagiadas a altura.
Era isso e até a próxima.




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